Quando você entrega o coração a Deus, entrega-lhe o ser
inteiro e vive para Jesus. O resultado e
que você é feliz. Ao seguir os conselhos divinos, seus pés não tropeçam, suas
decisões são acertadas, suas posições seguras, seus relacionamentos prósperos e
sua vida abundante e completa.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Julgamento Final
Quando os nomes inseridos nos livros da vida
aparecerem perante o Juiz de toda a Terra. O Intercessor divino apresenta a
petição para que sejam perdoadas as transgressões de todos os que venceram pela
fé em Seu sangue, a fim de que sejam restabelecidos em seu lar edênico, e
coroados com Ele como co-herdeiros do "primeiro domínio". Miq. 4:8.
Satanás, em seus esforços para enganar e tentar a nossa raça, pensara frustrar
o plano divino na criação do homem; mas Cristo pede agora que este plano seja
levado a efeito, como se o homem nunca houvesse caído. Pede, para Seu povo, não
somente perdão e justificação, amplos e completos, mas participação em Sua
glória e assento sobre o Seu trono.
Enquanto Jesus faz a defesa dos súditos de Sua
graça, Satanás acusa-os diante de Deus como transgressores. O grande enganador
procurou levá-los ao ceticismo, fazendo-os perder a confiança em Deus,
separar-se de Seu amor e violar Sua lei. Agora aponta para o relatório de sua
vida, para os defeitos de caráter e dessemelhança com Cristo, que desonraram a
seu Redentor, para todos os pecados que ele os tentou a cometer; e por causa
disto os reclama como súditos seus.
Jesus não lhes justifica os pecados, mas apresenta o seu arrependimento e
fé, e, reclamando o perdão para eles, ergue as mãos feridas perante o Pai e os
santos anjos, dizendo: "Conheço-os pelo nome. Gravei-os na palma de Minhas
mãos. "Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração
quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus!"" Sal. 51:17. E ao
acusador de Seu povo, declara: "O Senhor te repreende, ó Satanás; sim, o
Senhor, que escolheu Jerusalém, te repreende; não é este um tição tirado do
fogo?" Zac. 3:2. Cristo vestirá Seus fiéis com Sua própria justiça, para
que os possa apresentar a Seu Pai como "igreja gloriosa, sem mancha, nem
ruga, nem coisa semelhante". Efés. 5:27. Seus nomes permanecem registrados
no livro da vida, e está escrito com relação a eles: "Comigo andarão de
branco; porquanto são dignos disso." Apoc. 3:4.
Preparados ou Não
Se Ele vier de
repente, que não os encontre dormindo! Marcos 13:36
Uma moça, com vista a um candidato ao namoro, marcou com ele o primeiro
jantar. Chegou até a fazer reservas num restaurante em que havia música ao
vivo. Querendo causar a melhor impressão possível, tirou a tarde livre para ir
ao cabeleireiro e à manicure. Ao voltar para casa, arrumou-se, maquiou-se e pôs
o melhor vestido. Enfim, estava pronta para a chegada do namorado em
perspectiva. Suas apreensões iam e vinham. Mas continuou esperando
pacientemente.
Finalmente, depois de esperar mais de uma hora, ela chegou à conclusão de que
ele a tinha decepcionado. Assim, tirou o vestido, desmanchou o penteado, lavou
o rosto, vestiu o pijama, foi preparar alguma coisa no micro-ondas para comer e
sentou-se no sofá com o cachorrinho para ver televisão.
Pouco depois, alguém bateu à porta. Era o rapaz. Ela abriu a porta e ele,
olhando surpreso para ela, disse: “Eu lhe dei duas horas extras e você ainda
não está preparada?”
Dentre os itens relacionados com a volta de Jesus, há dois que são repetidos
com mais frequência: um que será o evento que terá lugar de maneira súbita e
inesperada, e o outro, um evento com grande manifestação de poder.
Se você pergunta: “Para quando vai ser?” Respondo: “Não sei.” Você não sabe. Os
anjos não sabem. Jesus, sabendo que esse seria um tema de muita especulação,
disse: “Quanto ao dia e à hora ninguém sabe, [...] somente o Pai” (Mt 24:36).
Ninguém vai se levantar em algum momento e dizer: “É hoje que Ele vai voltar.”
Jesus repetia: “Portanto vigiem, porque vocês não sabem em que dia virá o seu
Senhor” (Mt 24:42). “Assim, vocês também precisam estar preparados, porque o
Filho do homem virá numa hora em que vocês menos esperam” (Mt 24:44).
Outros textos mencionam: “Mas vocês, irmãos, não estão nas trevas, para que
esse dia os surpreenda” (1Ts 5:4). “Feliz aquele que permanece vigilante”
(Ap 16:15).
Vivemos em clima de antecipação. Esse conhecimento da volta de Jesus deve fazer
alguma diferença na maneira pela qual vivemos. Estamos crescendo cada dia em
nosso relacionamento com Cristo? Estou sendo fortalecido pela leitura da
Bíblia?
“Portanto, vigiem, porque vocês não sabem quando o dono da casa voltará: se à
tarde, à meia-noite, ao cantar do galo ou ao amanhecer” (Mc 13:35).
quinta-feira, 17 de maio de 2012
DEUS NÃO DORME
Levanta-Te,
Senhor, na Tua indignação, mostra a Tua grandeza contra a fúria dos meus
adversários e desperta-Te em meu favor, segundo o juízo que designaste. Sal.
7:6.
Existem momentos em que literalmente você não sabe para onde ir. Nada dá
certo. Parece que tudo e todos estão contra você. Na realidade, vivemos num
mundo inimigo. Esta não é uma visão pessimista da vida, e sim a descrição que a
própria Bíblia faz deste planeta.
A terra que, antes da queda de Adão e Eva, era generosa e produtiva
tornou-se árida. O próprio Criador disse: “Maldita é a terra por tua causa; em
fadigas obterás dela o sustento durante os dias de tua vida. Ela produzirá
também cardos e abrolhos, e tu comerás a erva do campo.” Gên. 3:17 e 18.
Essa inimizade não ficou limitada à natureza. Afetou também o
relacionamento humano. Caim levantou-se contra Abel e o assassinou. Qual foi a
razão? Nenhuma. Inveja, talvez. Ciúme doentio, desejo gratuito de ver o irmão
derrotado, não sei. Uma coisa sei, a partir de então os inimigos existem, à
espreita da vítima. Você não consegue identificá-los porque estão perto de
você. Na vizinhança, no trabalho, na escola e até dentro da própria família.
Evidentemente, Deus não suporta a injustiça, muito menos quando ela é
praticada contra um filho Seu. Por que, então, dá a impressão de que o Senhor,
às vezes, não Se importa com a sua dor? Por que passam dias, semanas, meses e
até anos e Deus permanece, aparentemente, impassível? Por que permitiu que Jó
descesse às profundezas do sofrimento, acusado pelo próprio Satanás? Por que
deixou que um filho rebelde e ingrato, como Absalão, ou um ser diabólico e
malvado, como Saul, perseguissem o Seu ungido Davi?
No texto de hoje, você pode ouvir o clamor do salmista: “Onde estás,
Senhor? Levanta-Te na Tua indignação. Não podes permitir que meus inimigos riam
de mim. Mostra a Tua grandeza, desperta-Te!”
Acaso Deus dormia? A Bíblia afirma que Deus não dorme nem adormece. Está
sempre vigilante. Ele ama você, preocupa-Se com você e está pronto a correr em
seu auxílio. Espere, espere um pouco. Lembre-se do fim da história de Jó e de
Davi. Fins gloriosos de júbilo e de vitória.
Enquanto esse momento não chega, continue clamando: “Levanta-Te, Senhor,
na Tua indignação, mostra a Tua grandeza contra a fúria dos meus adversários e
desperta-Te em meu favor, segundo o juízo que designaste.”
quarta-feira, 9 de maio de 2012
A Graça Tem seu Custo
Não
deixem que fique sem proveito a graça de Deus, a qual vocês receberam. 2
Coríntios 6:1, NTLH
Quem ainda não comprou nelas,
sabe ao menos onde estão. São as lojas de desconto, que fazem liquidação o ano
todo. Locais aonde você vai para comprar por menos, barganhar e pechinchar.
Talvez você conheça a Feira do Paraguai e a 25 de Março, em São Paulo. Cada
cidade grande tem setores em que você pode encontrar produtos “importados”,
imitações perfeitas a preços tentadores. São locais de muito movimento, onde se
ouvem as vozes dos vendedores ambulantes disputando compradores. A intenção é
atrair grande número de clientes, oferecendo, pelo menor preço, uma imitação do
produto verdadeiro.
Perguntei o preço de um Rolex a um vendedor ambulante
em Ciudad Del Leste: 40 dólares. O relógio era igualzinho ao original, com
fundo azul ou prateado. Mas o verdadeiro naquele modelo custa quase três mil
dólares, com desconto.
Há uma expressão colocada em
uso pelo jovem teólogo alemão Dietrich Bonhoeffer: “Graça barata.” Ele diz:
“Graça barata significa justificação do pecado, não do pecador. Graça barata é
a pregação do perdão sem o arrependimento, é o batismo sem a disciplina de uma
congregação, é a ceia do Senhor sem a confissão dos pecados. Graça barata é a
graça sem discipulado, a graça sem a cruz, a graça sem Jesus Cristo vivo,
encarnado.”
No texto de hoje, Paulo
escreve para pessoas que aceitaram e receberam a graça de Deus. Alguns deles
eram seus colaboradores: “Lembrem-se do que falei, escrevi e ensinei. É bem
capaz que para alguns de vocês a quem falei a graça tenha se tornado sem nenhum
propósito. Cuidado! Não permitam que Ela tenha sido em vão para vocês.” Será
que não podemos cair no perigo de receber a graça de Deus e continuar os
mesmos?
A graça concessiva (ou barata)
fará com que tenhamos um pé nas trevas e outro na luz. Vai sussurrar que
podemos fazer o que quisermos, ou pior, recusar fazer o que Deus deseja que
façamos – e mesmo assim Ele nos salvará. Não podemos usar a graça como desculpa
para a autoindulgência. Não passemos por alto o fato de que a graça que produz
frutos é bíblica. Ela nos impulsionará a maior devoção e mudança no estilo de
vida.
Aceitar a graça de Deus é
aceitar Suas expectativas para nossa vida e crer em Seu poder transformador.
Conhecer Sua Identidade
Quem vocês dizem que Eu sou? Lucas 9:20
Aqueles que estudam comunicação e enveredam pelo jornalismo sabem que
existem sete perguntas habituais feitas para se conseguir informação: o que,
quando, qual, onde, como, por que e quem. Algumas perguntas que fazemos não são
tão importantes como outras: Papel ou plástico? Quente ou morno? Crédito ou
débito? Já outras são mais importantes: Onde você vai estudar? Que curso
escolheu? Vai voltar pra ela ou vai desistir? E existem aquelas perguntas
inconvenientes: “Quanto você ganha?” “Que idade você tem?” “Quanto está pesando
agora?”
Depois de uma série de acontecimentos em Seu ministério, acalmar a
tempestade, curar um endemoninhado, ressuscitar a filha de Jairo e alimentar
cinco mil pessoas, podemos dizer que o ministério de Jesus estava passando por
um momento de bastante popularidade.
Jesus queria saber o que a opinião pública dizia a Seu respeito. Não
havia institutos de pesquisa como o Datafolha ou o Ibope, nem método especial
de coleta de dados ou registro de quantas pesquisadas foram feitas. Ele
perguntou aos discípulos: “Quem as multidões dizem que Eu sou?” (v. 18).
Eles haviam escutado muitas conjecturas e passaram para Jesus a opinião
do povo que perguntava “Quem é Ele?”, “De onde Ele veio?”, “O que Ele diz
ser?”, “O que Ele realizou?” Informaram para Ele que alguns O tinham como João
Batista, Elias ou algum dos profetas.
Jesus foi então para a pergunta seguinte: “E vocês, o que dizem? Quem
vocês dizem que Eu sou?” (Lc 9:20). Nenhuma pergunta se sobressairá em
importância como essa, feita há dois mil anos.
Hoje existem muitas versões sobre Jesus. Muitos O chamam de o Iluminado,
grande Mestre ou apenas um bom exemplo. Para outros, a figura de Jesus é a
daqueles vitrais já descoloridos das igrejas, ou o Jesus dos flanelógrafos.
Para outros, ainda, é o Jesus das pessoas politicamente corretas, que não fumam
nem usam drogas.
Quando Pedro afirmou: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”, a reação
de entusiasmo de Jesus foi imediata: “Isso mesmo! Você não tirou essa ideia de
livros, mas foi Meu Pai que a revelou a você.”
A pergunta é feita a cada um: Quem é Jesus para você?
“Oro também para que os olhos do coração de vocês sejam iluminados, a
fim de que vocês conheçam a esperança para a qual Ele os chamou, [...] e a
incomparável grandeza do Seu poder para conosco” (Ef 1:18, 19).
A Moeda Perdida
Alegrem-se comigo, pois encontrei minha moeda
perdida. Lucas 15:9
As mulheres da
Palestina recebiam tradicionalmente como presente de casamento uma coleção de
dez moedas. Essas moedas eram levadas no pulso, usadas como colar ou pendentes
ao redor na cabeça. Eram como se fosse hoje a aliança de casamento. Muitas as
guardavam como sua posse mais preciosa para dar depois à filha mais velha,
quando ela se casasse. Podemos então imaginar a grande perda que significava o
desaparecimento de uma dessas moedas.
Em termos
econômicos, o valor de compra de uma dracma equivalia ao salário de um dia. O
valor dessa moeda, no entanto, era mais emocional – da mesma forma que
guardamos uma lembrança simples de alguém a quem apreciamos. Quanto custa a
fotografia dos filhos quando eram pequenos? Financeiramente, pouco; mas, em
termos afetivos, muito.
Quando perdemos um objeto assim, viramos e reviramos tudo dentro de
casa. Coisas, objetos inanimados de uma hora para outra adquirem valor incomum.
Assim, encontrar a moeda tornou-se uma prioridade.
A moeda foi perdida não nas montanhas, nem em terra distante. O fato é
que, por um aparente descuido e desatenção, alguma coisa valiosa acabou ficando
perdida dentro de casa. Tanto a ovelha como a moeda foram achadas e falam da
determinação de Deus em buscar o perdido. Deus está procurando, não porque
tenha Se esquecido de onde estejamos. Ele sabe onde estamos. A ovelha e a moeda
falam de Sua determinação em nos procurar.
Diante de Deus, as
pessoas têm grande valor. Somos importantes para Ele. Assim, a parábola tem o
objetivo de convidar a todos para que se regozijem com aqueles que foram
achados. A transformação, mesmo que seja de uma só pessoa, traz alegria para
Ele como também para aqueles que compartilham Seu amor.
A mulher da parábola fez três coisas: acendeu uma lâmpada para ver em
que canto escuro estava a moeda. Depois varreu toda a casa. E, finalmente,
pôs-se a procurar imediata e diligentemente.
É tempo de as moedas perdidas serem encontradas. Alguns dos nossos
filhos que cresceram conosco, por decisão própria, se afastaram de Deus. A
moeda perdida também “representa os que estão perdidos em delitos e pecados,
mas não estão conscientes de sua condição” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus,
p. 193). A oração é um canal de comunicação aberto que pode nos ajudar nessa
busca.
A parábola termina com
uma nota de regozijo: a moeda foi encontrada!
quarta-feira, 2 de maio de 2012
O Fariseu e o Publicano
Quem se exalta será humilhado, e quem
se humilha será exaltado. Lucas 18:14
No cenário, dois homens: um fariseu e o outro, cobrador de impostos. Um
reconhecia sua pecaminosidade e necessidade de Deus. O outro se considerava uma
grande aquisição para a igreja. O fariseu queria justiça. O publicano apelava
apenas por misericórdia.
Mas deixe de lado o preconceito que havia contra os fariseus, porque, apesar de tudo, eles tinham suas virtudes. Eles observavam alto nível de moralidade, eram defensores da Bíblia, estritos observadores do sábado e contribuíam com a igreja. Sempre se apresentavam bem vestidos, chegavam cedo aos cultos e faziam questão de entregar o envelope de ofertas diretamente ao “pastor”. Os publicanos, por outro lado, eram vistos como pecadores inescrupulosos, e esse a que se refere a parábola, sem saber o que dizer, apelou por misericórdia.
Temos que reconhecer que na maioria de nós há um pouco de ambos – e às vezes um pouco mais de fariseu do que de publicano.
O que Jesus está tentando nos ensinar é que nenhuma coisa boa que fizermos vai ser suficiente para que passemos no “teste de entrada” no Céu. O fariseu mantinha uma lista de tudo o que fazia. A vida cristã sempre era um fardo, porque ele sempre se sentia aquém da quantidade de orações que devia fazer. “Tenho que entregar esta lista na entrada do Céu”, era o pensamento dele, como se a tal lista fosse um credenciamento seguro para poder entrar.
A realidade é que mesmo que vivamos orientados pela graça de Deus, nossa tendência para a justificação por meio das obras é tão grande que na primeira oportunidade largamos a graça e queremos demonstrar para Deus que somos bons fazendo alguma coisa.
Na versão bíblica The Message, lemos o texto assim: “Dois homens foram ao templo para orar, um era fariseu e o outro, cobrador de impostos. O fariseu fazia pose e orava assim: ‘Ó, Deus, eu Te agradeço que não sou como outras pessoas, ladrões, trapaceiros, adúlteros. Nem (que o Céu me perdoe) como este publicano. Jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de todos os meus rendimentos. Enquanto o publicano andava curvado na escuridão, com o rosto entre as mãos, sem ousar olhar para cima, dizia: ‘Deus, tem misericórdia. Perdoa-me, um pecador” (Lc 18:10-13).
Onde estamos na parábola? Jesus disse: “Quem se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado” (Lc 18:14).
O Poder da Sua Ressurreição
Tudo o
que eu quero é conhecer Cristo e sentir em mim o poder da Sua ressurreição.
Filipenses 3:10, NTLH
Paul Esherman, responsável por
distribuir milhões de cópias de filmes sobre a vida de Jesus, levou o filme
para ser apresentado num campo de refugiados em Moçambique. Quando as cenas da
crucifixão começaram a aparecer, a multidão começou a gritar, a chorar e correr
para perto do telão, e ali todos se ajoelharam. O barulho e a poeira foram
tantos que se tornou impossível continuar. Assim, por mais de trinta minutos, o
projetor foi mantido desligado.
A equipe responsável pela
exibição adiantou só um pouquinho o filme, e Esherman diz que, quando as
pessoas viram a cena da ressurreição, houve uma explosão de alegria e todos
começaram a dançar e se abraçar. No fim de semana, a igreja que recebia apenas
quarenta pessoas teve mais de quinhentas pessoas presentes.
Como cristão, o grande desejo de Paulo era conhecer
Jesus e experimentar em sua vida o poder que tirou do sepulcro o Salvador.
Damos à palavra “conhecer” uma variedade de significados, desde a mera
percepção até um relacionamento íntimo. Na Bíblia, conhecer a Deus não se
refere meramente a um exercício intelectual, ou conhecer fatos sobre Deus. Não
é discorrer sobre Seus atributos nem investigar Sua natureza. Conhecer a Deus
significa constatar que Deus é aquilo que Ele diz ser. Paulo não estava
interessado meramente em fatos, nos milagres que Jesus realizou, nem em Seus
ensinamentos. Ele queria comprovar em sua vida o poder da ressurreição de
Cristo, ou seja, assim como Cristo derrotou a morte, ele queria que Cristo
derrotasse o poder do pecado em sua vida.
Alguns estão vivendo a vida
cristã como se Jesus não tivesse ressuscitado, como se estivessem do lado
perdedor. Muitos comentam que nunca na história do mundo foi tão difícil ser
cristão como agora. Que somente uns poucos vão conseguir vencer. Dizem que o
inimigo está mais ativo e irado do que nunca. No entanto, Jesus, ao Se levantar
dentre os mortos, mostrou Seu poder absoluto sobre as hostes do mal. Existe
poder mais extraordinário do que o poder manifestado na ressurreição de Jesus?
“O domínio do mal é despedaçado e, pela fé, a pessoa é
guardada do pecado. Aquele que abre o coração ao Espírito de Cristo, torna-se participante
daquele grande poder que lhe fará o corpo ressurgir do sepulcro” (Ellen G.
White, O Desejado de Todas as Nações, p. 210).
terça-feira, 1 de maio de 2012
Escondidos
Onde, quando, como e porque, são
palavras que continuamente deveriam fazer parte de nosso vocabulário, o
que mais me entristece na raça humana é saber e não fazer, tanto quanto não
saber e fazer de conta que não faz diferença, ainda tem os que não sabem e
vivem como soubessem. É primordial entender que somos únicos com capacidade de
discernimento, vivermos naturalmente ignorando o poder do conhecimento em
função dos maus hábitos, por que é mais prático o mergulho na ignorância, a
manutenção das tradições, as omissões por oportunismos, estamos continuamente
nos escondendo de tudo que possa remodelar nossas idéias e modo de viver, assim
mantendo desconhecido a necessidade de Deus em nos buscar.
Leia o texto e reflita, onde você se esconde?
Um forte abraço e fica com Deus.
O Deus que Procura
Pois o Filho do homem veio buscar e salvar o que
estava perdido. Lucas 19:10
O pastor telefonou
para uma família que havia recentemente visitado sua igreja, e do outro lado da
linha atendeu uma voz infantil. O menino falava baixinho e se identificou como Tiago.
O pastor pediu para
falar com a mãe do menino. Ele respondeu que ela estava ocupada.
– Ok, posso então falar com seu pai? – o pastor perguntou.
– Ele também está
ocupado!
– Tiago, há outras
pessoas em sua casa?
– A polícia!
– Posso falar com um
dos oficiais da polícia?
– Eles estão
ocupados.
– Quem mais está
aí?
– Os bombeiros!
– Poderia me chamar
um deles ao telefone? – O pastor já estava preocupado.
– Eles estão todos
ocupados!
– Tiago! O que eles
estão fazendo?
– Eles estão me procurando!
A história da raça
humana é semelhante à brincadeira de esconde-esconde. Como Tiago, há muita
gente se escondendo da polícia, dos pais, do chefe, dos professores, do esposo
ou da esposa. Quando Deus perguntou para Adão e Eva: “Onde vocês estão?”, não
era uma informação o que Ele queria, mas apenas lhes chamar a atenção e
despertar a consciência deles. Às vezes, a fuga é por um dia, uma semana ou
meses. Porém, nosso Deus nos procura. No Éden, Deus tomou a iniciativa. O
ofendido procurou os ofensores não para tirar satisfações ou para proferir
palavras de recriminação; foi até eles para restaurar o relacionamento rompido.
“Onde estás?” É a
voz do pastor procurando a ovelha perdida. É a voz da mulher que perdeu a
moeda. É a voz do pai aguardando o pródigo.
A pergunta é para convidá-lo a sair de onde está: do meio da dúvida, de
um labirinto que parece não ter saída, de uma amizade manipuladora que o mantém
preso, ou de algum trabalho ou hábito. Deus é incansável em Sua procura. O
salmista já perguntava: “Para onde poderia eu escapar do Teu Espírito? Para
onde poderia fugir da Tua presença?” (Sl 139:7). Coloque-se hoje ao alcance de
Deus.
Está na Palavra
Está na Palavra: Eu Sou a Verdade
8) Mas, se alguém, mesmo que sejamos nós ou um
anjo do céu, anunciar a vocês um evangelho diferente daquele que temos
anunciado, que seja amaldiçoado!
9) Pois já
dissemos antes e repetimos: Se alguém anunciar um evangelho diferente daquele
que vocês aceitaram, que essa pessoa seja amaldiçoada!
Galatas 1:8-9
Esse texto faz menção a um grande problema hoje; as pessoas chamam a
Bíblia de palavra de Deus, mas dão ouvidos a qualquer um
que lustrosamente fale com língua mansa ou arrogante, não
basta muito para que se troque a Palavra de Deus por anátemas.
Busque Deus em sua palavra, analise tudo e a
todos, mediante suas escrituras, não se deixe enganar por suas
necessidades pessoais, tradições, (Marcos 7:6-8)* ou até
mesmos convicções, existe uma verdade que vai ser descoberta, ela está
diretamente ligada ao que Deus diz, estude as escrituras, elas testificam do
próprio Cristo, pois são suas palavras.
Um forte abraço e fica com Deus.
*6) Jesus respondeu: -Hipócritas! Como Isaías estava certo quando falou a
respeito de vocês! Ele escreveu assim: "Deus disse: Este povo com a sua
boca diz que me respeita, mas na verdade o seu coração está longe de
mim. 7) A adoração deste povo é inútil, pois eles ensinam leis humanas
como se fossem mandamentos de Deus." 8) E continuou: -Vocês abandonam
o mandamento de Deus e obedecem a ensinamentos humanos.
O sorriso
Eu sempre
achei que os problemas se amenizam quando mudamos nossas posturas perante eles,
ignorá-lo é tolice, mas reverenciá-lo é loucura, geralmente focamos tanto o
problema que não se vê as soluções, o exemplo do sorriso e da cabeça erguida
são os melhores, veja o texto a seguir e tire suas conclusões.
Que a paz do Senhor esteja sempre contigo.
Um forte abraço e fica com Deus.
No Monte da Transfiguração
Suas roupas se
tornaram brancas, de um branco resplandecente, como nenhum lavandeiro no mundo
seria capaz de branqueá-las. Marcos 9:3
Robert Louis Stevenson conta uma pequena história. Um navio estava em
dificuldade, enfrentando séria tempestade. Os passageiros estavam assustados.
Finalmente, um deles, desobedecendo às ordens de segurança, subiu até a cabine
de comando para ver o capitão. Ele estava em seu posto de dever segurando o
timão e, ao perceber que o homem estava amedrontado, deu-lhe um sorriso de
saudação. Retornando para junto dos outros passageiros, o homem disse: “Vi o
rosto do capitão e ele sorriu. Está tudo bem.”
“Vi o rosto do capitão e está tudo bem” pode ser a frase na qual se
baseia a história da transfiguração. O propósito pelo qual Jesus estava Se
retirando era para orar, apoiar-Se na onipotência do Pai e pedir que Lhe fosse
dada uma manifestação da glória que Ele tivera com o Pai desde a eternidade.
Não nos esquecemos da manjedoura, do batismo de Jesus, da tentação, mas
a transfiguração também se afigura um acontecimento importante na vida do
Mestre. Ela está conectada com a morte e a ressurreição dEle, além de ser um
prenúncio de Sua segunda vinda.
Junto com Jesus apareceram duas figuras do passado: Moisés e Elias. Os
dois patriarcas conversaram com Ele. Moisés foi ressuscitado dentre os mortos e
o outro, transladado ao Céu. O rosto de Jesus resplandeceu. Suas vestes se
tornaram brancas. Não era alucinação o que os discípulos estavam presenciando;
era Jesus mesmo, o Messias, o Filho de Deus. A voz falou: “Este é o Meu Filho
amado em quem Me agrado. Ouçam-nO!” (Mt 17:5). Isso explicava tudo o que
acontecia ali.
Muitas vezes desejamos experiências iguais à do alto do monte da
transfiguração, como fins de semana com Deus, semanas de oração, vigílias, etc.
Queremos manter aquele sentimento de entrega e proximidade com Deus, e de paz
no coração. Esse sentimento é importante, mas temos que voltar para o dia a dia
de trabalho e de estudo. Se ao menos pudéssemos ter conosco aquele sentimento
de proximidade! E a reação dos discípulos? Queriam congelar oevento. Sentindo o ambiente, Pedro disse: “Vamos ver quem é o dono do
terreno e comprar esta propriedade! Vamos montar três barracas e ficar por aqui
mesmo.”
Mas Jesus disse: “Não! Precisamos descer a montanha e nos encontrar com
as pessoas.” O discipulado envolve seguir em frente, se misturar, interagir.
Pedro, Tiago e João bem poderiam ter dito: “Nós vimos o rosto do capitão e Ele
sorriu. Está tudo bem!”
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